Publicado em 07 de março, 2019 as 08h13.

Placa Mercosul não foi suspensa: estudo será feito pelo Contran

Por Mariana Czerwonka.

Placas Mercosul
A placa padrão já é adotada por Detrans de sete estados: Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. Foto: Sebastião Gomes-Detran/RJ.

Está sendo compartilhada nas redes sociais, a informação de que a implantação das placas modelo Mercosul foi suspensa pelo presidente Jair Bolsonaro. A informação não é verídica.

A Res.729/18 que estabeleceu o sistema de Placas de Identificação de Veículos no padrão disposto na Resolução MERCOSUL continua em vigor e segundo a alteração proposta pela Res. 770/18, o prazo final para implementação é 30 de junho de 2019.

O que aconteceu, e que pode estar causando essa confusão, é que na semana passada, duas Decisões publicadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no Diário Oficial da União, apontaram os assuntos para estudos prioritários e imediatos encaminhados para as Câmaras Temáticas do órgão. Dentre eles, foi solicitado um estudo específico sobre a placa Mercosul.

Decisão do Contran

A Decisão 03/2019 solicita à Câmara Temática de Assuntos Veiculares um estudo detalhado sobre a Placa Mercosul com os seguintes temas: estudar critérios para amplo credenciamento, avaliar supressão do chip, avaliar QRCode, estudar implantação somente em veículos novos, analisar e definir aspectos físicos e técnicos da placa (retrorrefletividade, luminância, cores, caracteres, película, etc)  e analisar os custos de toda a cadeia produtiva até o consumidor.

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter dado declarações durante a campanha de que queria acabar com o modelo de placa, por meio do Ministério da Infraestrutura, o governo admitiu que não só pretende manter o novo sistema de identificação dos veículos no Brasil, como ainda ampliar o seu uso e melhorar o nível de segurança das informações.

De acordo com o órgão, a placa padrão já é adotada por Detrans de sete estados: Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Espírito Santo e Rio Grande do Norte. 

7 respostas para “Placa Mercosul não foi suspensa: estudo será feito pelo Contran”

  1. […] MITO A informação não é verídica. A Res.729/18 que estabeleceu o sistema de Placas de Identificação de Veículos no padrão disposto na Resolução MERCOSUL continua em vigor e segundo a alteração proposta pela Res. 770/18, o prazo final para implementação é 30 de junho de 2019. O que aconteceu, e que pode estar causando essa confusão, é que na semana passada, duas Decisões publicadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no Diário Oficial da União, apontaram os assuntos para estudos prioritários e imediatos encaminhados para as Câmaras Temáticas do órgão. Dentre eles, foi solicitado um estudo específico sobre a placa Mercosul.  […]

  2. João Batista disse:

    Essa placa não tem chip … mais uma forma de tirar dinheiro de otários através de empresas privadas.

  3. Alan disse:

    Exatamente!

  4. Acacio disse:

    Placa Mercosul é muito feia e problemática

  5. Reginaldo Ribeiro disse:

    Assim foi como a cx de primeiros socorros, inst de incêndio e agora a mudança de placas. Tudo não passa de vigarice para tirar o suado dinheiro do trabalhador, como se já não bastasse o horror de impostos que pagamos.

  6. Ademir disse:

    Esse modelo de placa é totalmente confuso e fora de cogitação, resumindo é uma porcaria para roubar o cidadão, Sr. Pesidente se não vetou essa placa faça mais esse favor para os pagadores de impostos.

  7. Edson Leandro Dalmolin disse:

    No meu entender, so traria beneficio ao cidadao se tivessemos acesso ao mercosul sem ter que pagar carta verde, se pudessemos comprar e vender nosso veiculo dentro do mercosul sem burocracias e se o valor gasto para a troca das placas fosse justo. Há relatos de R$250,00 só as placas e quase R$1.000,00 o gasto total. Sendo que alem de não informar a cidade sem ter o aplicativo e tem placas que na primeira lavada com lavajato ja detona. Se aumentassem a fiscalização inibiriam os furtos e roubos e não precisaria onerar tanto o contribuinte que ja paga um ipva altissimo…

Deixe uma resposta para João Batista Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *